ELEIÇÕES
NO BRASIL
Por: Professor Chagas
2018
– O eleitor poderá mudar
Uma Pesquisa CNI/Ibope
divulgada na terça feira 13 de março, mostrou que o eleitorado brasileiro está
majoritariamente pessimista em relação às próximas eleições gerais para
presidente, senadores e deputados. Apenas 20% estão otimistas, 44% esperam o
pior e 23% representam os que não estão nem aí, ou melhor não tem nenhuma motivação
para participarem do pleito.
Se somarmos os dois últimos
grupos temos 70%(setenta por cento) dos eleitores habilitados a votar. Esse
contingente, se quiser, pode inviabilizar as eleições de 2018. Isso é
preocupante, pois um contingente desse com esse estado de humor representa um
perigo muito grande para a democracia, pois como diz a jornalista Dora Kraemer,
em Veja de 21 de março de 2018. ...”principalmente se levarmos em conta que
esses zangados e/ou indiferentes não dão importância ao fato de que uma eleição
é muito melhor que eleição nenhuma” .
Por outro lado, esse quadro pode
resultar numa reviravolta qualitativa no posicionamento do eleitorado, que
poderá optar por candidatos com perfis mais conservadores e menos pirotécnicos.
O eleitor pode estar acordando para concluir que quem precisa ser sério em
primeiro lugar é ele eleitor; que quem tem que escolher bons perfis é ele
eleitor; que quem tem o dever de escolher bons gestores e legisladores para a
empresa Brasil é ele o eleitor; que afinal de contas o dono da empresa é ele.
Os candidatos, por sua vez,
procurarão fazer seus shows particulares, para atrair os eleitores. Para isso
como sempre, aparecerão aqueles que prometerão mundos e fundos, mágicas e
milagres, reformas e revisões e até os que apelarão para a velha fórmula
nacionalista de combater as mazelas culturais da nação, como a corrupção, o
jeitinho e a crença em fantasmas. Ao eleitor caberá agir com responsabilidade
para não cair em falácia, em promessa furada ou em malandragens.
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